Nota: Não liguei de roubar o título desse post de um programa antigo da
MTV - que era muitíssimo interessante por sinal – e espero que vocês também não
se incomodem.
Então, eu bem estava procurando alguma coisa bacana para compartilhar nesses dias e não achei muita coisa. E falar pra não dizer nada é tão inútil quanto ter um blog. Oh wait
Enfim, daí resolvi falar de algo que não me sai dos neurônios [e ouvidos] nos últimos dias. Talvez meses. Quem me tem no last.fm pode observar que sou insana com as gêmeas da dupla Tegan and Sara. Coisa de ouvir no repeat por um dia inteiro.
Curto desde 2008 o som das duas, de uma forma meio superficial. Ouvindo só os hits. Descobri as duas porque estava afim de um corte de cabelo hipster e os das duas satisfaziam a condição.
Curto desde 2008 o som das duas, de uma forma meio superficial. Ouvindo só os hits. Descobri as duas porque estava afim de um corte de cabelo hipster e os das duas satisfaziam a condição.
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| ahá, agora você reconheceu! |
Um dia larguei de barriga e então baixei a discografia das duas pra tirar a prova dos nove. Seis álbuns de estúdio, dois ao vivo e sete EPs. Uma cassetada de música.
Só que música da boa, daquelas pra se ouvir viajando, agonizando, velejando,
dando uma corridinha na praia, cortando os pulsos, fazendo compras no
supermercado, dançando em casa sozinho, se embriagando e, por fim, respirando.
Dá vontade de viver os amores impossíveis cantados pelas duas ou assumir os
defeitos, as supostas cicatrizes, as aflições.
Talvez isso seja só comigo, mas eu realmente me fascinei pelo The Con (o penúltimo álbum de estúdio delas, de 2007) de uma forma que não me fascinava por um disco desde o A Weekend In The City (Bloc Party, 2007) ou o Hardcore Will Never Die, But You Will (Mogwai, 2010). É uma justíssima comparação na minha humilde opinião de crítica musical de garagem, por mais que os gêneros musicais não sejam os mesmos. E isso finda a coerência do que acabo de dizer.
De qualquer forma deixo com vocês a minha canção favorita das gêmeas canadenses e o link para maiores informações aqui.
Talvez isso seja só comigo, mas eu realmente me fascinei pelo The Con (o penúltimo álbum de estúdio delas, de 2007) de uma forma que não me fascinava por um disco desde o A Weekend In The City (Bloc Party, 2007) ou o Hardcore Will Never Die, But You Will (Mogwai, 2010). É uma justíssima comparação na minha humilde opinião de crítica musical de garagem, por mais que os gêneros musicais não sejam os mesmos. E isso finda a coerência do que acabo de dizer.
De qualquer forma deixo com vocês a minha canção favorita das gêmeas canadenses e o link para maiores informações aqui.
Até breve, prometo não demorar tanto da próxima.


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